NBA e a sua já chata greve, que não dá sinais de fim

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Só quem gosta de esportes americanos e basquete sabe o como é chato ver a NBA ficar com esse lockout, greve geral que não acontecia desde 1999. No entanto, hoje, o fã da maior liga de basquete do mundo, ficou apreensivo, pois, de fato, a temporada em risco.

A última decisão tomada pela liga só serviu para aumentar, ainda mais, a preoucupação. Todos os jogos e treinos de pré-temporada acabaram cancelados, coisa a qual não aconteceu durante o lockout da NFL, mostrando que realmente a situação da NBA é delicada.

Torço muito para que a situação se amenize, apesar de, no momento, ser algo que começa a se ver disso. Para fechar, uma conclusão, a ganância (característica tão comum entre os americanos) pode acabar por estragar uma temporada inteira, provando, que a população dos Estados Unidos está provando do próprio remédio.

Incógnita sobre Vick, incógnita sobre os Eagles

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Na NFL, o Philadelphia Eagles perdeu seu último jogo para o Atlanta Falcons, mas, a derrota mais sentida, sem dúvida foi a perda do quarterback Michael Vick, que, machucado, não tem previsão de destino certo a equipe, a qual mostrou no jogo da sua contusão, sentir grande falta de seu principal jogador.

Vick se machucou no 3° quarto da partida contra os Falcons, que estava com 10 pontos de vantagem a favor dos Eagles, no entanto, o time sentiu a falta do cérebro de suas jogadas ofensivas, acabando por ser derrotado por 35 a 31.

O acontecimento do jogo de domingo ressaltou bem. Michael Vick é mais do que essencial para o time dos Eagles,mesmo não tendo números tão expressivos como os quarterbacks top de linha, no entanto, sua presença e liderança dentro do time são essenciais, tanto que com sua falta, o time sucumbe facilmente.

Membros da comissão técnica esperam Vick para o próximo jogo, contudo, outros esperam que retorne depois. Mas, uma coisa é certa, se o quarterback ter que ficar de fora por mais tempo, mais alguns tropeços poderão vir e com uma classificação ruim, o melhor time dos Eagles dos últimos tempo pode acabar vendo o sonho ir para o espaço.

Brasil e Argentina começam voando no Sul-Americano de Vôlei

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Com time completinho, Argentina vence Chile, tranquilamente


Que descaso do Sportv e da imprensa brasileira que não se dispuseram a dar um espaço nem transmitir os jogos da seleção argentina, o que salvou foi que a ESPN Deportes (a ESPN argentina) mais uma vez foi brilhante e colocou um bom textos no site deles, onde pude ter uma certa noção da partida.

Bem, o time argentino foi para o Mato Grosso com força máxima. Javier Weber, brilhantemente, treinando e Facundo Conte (foto), Quiroga e cia treinando.

Diante de um adversário bastante fraco e desconhecido, os comandados de Weber não encontraram grande dificuldades diante do Chile, acabando por vencer por 3 sets a 0 (25-23, 25-21 e 25-16).

Em alguns momentos, a equipe pecou no saque (que pode ser uma boa arma para a competição), contudo, aos poucos se acertou no ataque e no bloqueio, viu Conte, Pereyra e Solé surgirem de maneira brilhante (juntos marcaram 37 pontos de 75, mais de um terço).

Só uma alerta ao selecionado albiceleste, a equipe teve ao todo 21 erros. Número muito alto, para um jogo tão tranquilo como este contra o Chile. Pela pressão da estreia, creio que Weber não deixará que as falhas ocoressem dessa forma.

Vamos aguardar o próximo jogo para ver se os erros seguirão acontecendo e aguardar o saque entrar.

Com certa facilidade, Brasil vence Uruguai


Vi grande parte dessa partida, mas o tempo aqui está corrido, então vou direto ao assunto: Brasil jogou com muita facilidade, bloqueio foi muito bem, Thiago Alves foi o destaque individual e o adversário é bem fraco.

Amanhã, prometo, que capricho mais!

Pouco descaso

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O COB não dá apoio nenhum ao esporte universitário e, para provar um pouco mais de sua ineficácia, 
promove um ridículo evento o qual recebe o nome de Olimpíadas Escolares.

Nem perderei tempo comentando sobre mais um evento muito mal organizado neste meu querido Brasil, ainda mais com um excelente texto na internet.

Faço de minhas palavras, as mesmas do excelente Alberto Murray Neto que comentou de maneira brilhante em seu blog sobre esse faz de conta da competição.

Cavani fantástico, Milan apático

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Os primeiros minutos no estádio San Paolo mostravam um Milan com um início excelente, buscando bem o jogo e construindo boas jogadas, a equipe rossonera parecia que sairia de Nápoles com uma boa vitória, justificada por um gol logo no princípio. Só parecia.

Diante de um Napoli bastante acuado, o Milan viu o polivalente Aquilani ser o grande destaque do início da partida, quando marcou, finalizou e armou com muita qualidade, fazendo o primeiro gol da partida com uma grande infiltração na área e uma cabeçada potente, isto aos 12 minutos.

Apesar de acuado, a equipe da casa tinha Cavani como atacante e nessas condições, basta uma chance para mudar toda a situação da partida. E isto ocorreu, após uma cobrança de falta do argentino Lavezzi, o goleador uruguaio empatou a partida, 1 minuto após o gol do Milan, em um jogo que mostrava o Napoli batido em campo e muito mal, mas foram 60 segundos fundamentais para definir todos os outros 77 minutos que estavam por vir.

O time rossonero sentiu o gol de empate. Em um jogo que aparentava que seria facilmente resolvido, a situação mudou totalmente. A equipe até mantinha mais posse de bola, porém, não tinha a calma e a criatividade necessária para construir boas oportunidades. 

Já o Napoli, mesmo jogando em casa, não tomava a iniciativa, até que o Milan perdeu uma bola boba, Gargano arrancou do seu campo de defesa até a área adversária, completamente sozinho, para tocar para Cavani, com uma oportunidade dessas, o atacante não perdoa e o vira-vira acontecia no San Paolo, ainda na etapa inicial.

Se o Milan já estava um pouco desestabilizado, após o gol, ficou totalmente. Não bastava mais apenas a vontade de Aquilani para retomar a vantagem, dependia do time no total, e, este, não estava afim de jogo.

Mas bem, a etapa final poderia ter um outro jogo, contudo a situação seguiu a mesma. O Milan sempre mantendo a posse da bola, porém, não sabia o que fazer com ela. Napoli esperava mais uma oportunidade para definir o jogo, bastou uma para que Cavani colocasse a bola mais uma vez pra dentro e fechar uma atuação fantástica diante de um adversário bastante apático.

Azzuris seguem com o 100% de aproveitamento no Calcio. Já a situação do Milan já merece atenção, ainda mais com um perigoso jogo contra a Udinese no meio de semana, uma pressão maior pode se instaurar pelas bandas de Milão.

Os cortados para o Sul-Americano de Vôlei

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Hoje, a CBV divulgou os 4 jogadores que serão cortados pelo técnico da seleção masculina de vôlei, Bernardinho, que levará 12 atletas para a disputa do campeonato Sul-Americano da modalidade.

Os nomes que não disputarão a competição surpreenderam a todos. Os cortados foram o líbero Mário Jr (já que Serginho é titular absoluto e só se pode levar um jogador na posição em questão), o central Gustavo, o oposto Leandro Vissotto e o ponteiro Giba.

Os jogadores cortados não deixam de ser uma surpresa. No entanto, Bernardinho não os cortou por acaso.

Deficiência técnica não é o motivo já que todos são exímios em suas posições, o motivo pelo corte é algumas dúvidas que tem no elenco.

Para a posição de oposto, Théo e Wallace brigam pela vaga de reserva de Vissotto, com isso, nada mais justo do que um confronto direto entre ambos. Nas pontas, Murilo, Dante e Giba são favoritos, porém sobra uma vaga, na briga estão Thiago Alves e João Paulo Bravo, que deverão ser bastante usados durante o Sul-Americano para se saber qual está mais preparado.

O corte de Gustavo me leva a crer em um motivo diferente. Bernardinho deve usar a competição para testar alguma combinação, para ver quem será a dupla de centrais, como Gustavo está sem um ritmo intenso de jogo, é justificável que fique de fora.

A LISTA DE BERNARDINHO

Levantadores: Bruno e Marlon

Opostos: Theo e Wallace

Centrais: Rodrigão, Sidão e Lucão

Ponteiros: Murilo, Dante, Thiago Alves e João Paulo Bravo

Líbero: Serginho


OBS: O Campeonato Sul-Americano tem início nessa segunda-feira e terá cobertura do blog

No primeiro grande desafio, Vôlei Futuro vence Medley/Campinas

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Em uma partida marcada pelas constantes discussões entre jogadores, o Vôlei Futuro mais uma vez se aproveitou bem do fator casa e conquistou uma grande vitória sobre o Medley/Campinas por 3 sets a 1 (21/25, 25/19, 25/23 e 26/24). A partida marcou o primeiro grande desafio da equipe de Araçatuba, que, anteriormente, só havia enfrentado adversários mais fracos.

Com mais um triunfo, o time masculino segue com 100% de aproveitamento no Campeonato Paulista da modalidade.

Jogando em casa,  Vôlei Futuro dominou grande parte da partida de maneira soberana. A derrota no set inicial se ocasionou muito em função de uma passagem sensacional do ponteiro Lukianetz no saque e em uma discussão entre os opostos Lorena e Bob, acabando por tirar o foco da partida.

No entanto, a derrota mostrou-se ser apenas um "acidente", já que depois a equipe do Vôlei Futuro retomou as rédeas da partida, e, diante de um rival bastante nervoso, a vitória foi construída com muita calma e alguns sustos, no entanto, o que importa é que ela veio.

Entre os meus destaques, primeiramente, gostaria de ressaltar a volta do ponteiro Oreol Camejo ao time de Araçatuba. O cubano, que estava se recuperando de contusão, voltou bem, mostrando ser uma das peças fundamentais no elenco e que tem muito a acrescer na equipe.

Outro destaque vem a ser negativo, mas o uso apenas como alerta. O líbero Thiago Brendle, que fez uma excelente última temporada pelo Vivo/Minas e estreou bem pelo Vôlei Futuro, teve algumas falhas bobas, algo que não deve acontecer, principalmente, em questão de algum jogador o qual tem uma grande importância dentro do time e é considerado um dos melhores em sua posição.

Bem, no geral, foi uma grande vitória do Vôlei Futuro, que pouco a pouco vai se entrosando e crescendo para buscar fazer uma grande temporada, vontade e time já estão prontos.

Quando o artilheiro decide...

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Roberto Soldado está muito abaixo para ser considerado um dos melhores atacantes do mundo. Com pouca técnica, o jogador vem se mostrando uma peça importantíssima para o Valencia nesse início de La Liga e, hoje, a situação não foi tão diferente. Graças a um gol do espanhol, sua equipe venceu o Sporting Gijón por 1 a 0, se mantendo com o 100% de aproveitamento na atual temporada.

No geral, o Valencia não apresentou um bom futebol. Diante de um adversário bastante fraco, a equipe dominou bem a partida. Principalmente no primeiro tempo, os Che conseguiram dar uma boa consistência em seu jogo, com Jonas jogando como meio-campista, Pablo Hernández e Canales puderam jogar bem abertos, dando condições ainda maiores para que Soldado não decepcionasse, marcando seu 5º gol em 3 jogos e decidindo a partida.

Para a etapa final, Unai Emery promoveu algumas alterações no Valencia, que apenas administrou a vantagem. Sob a entrada de Aduriz e Piatti, a equipe conseguiu criar boas jogadas na base da velocidade, muito em função do Sporting Gijón partir na base do "abafa" e deixar alguns espaços, os quais não foram muito bem aproveitados.

O time do Valencia não é Soldado e mais 10, pois existem outros bons jogadores (caso de Jonas, Pablo Hernández e a eterna promessa Canales), no entanto, quando a figura desse grande artilheiro surge, é para decidir, e, dessa maneira, a equipe pode se consolidar como a terceira potência da competição, ficando atrás apenas dos grandes Barcelona e Real Madrid.

Algumas conclusões que tirei da seleção brasileira masculina de basquete

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Após 16 anos, a seleção brasileira masculina de basquete está de volta às Olimpíadas, após uma boa campanha, em um Pré-Olímpico mais do que interessante. Abaixo, algumas conclusões que tirei após a competição.

Rubén Magnano é gênio: Tinha conhecimento de toda habilidade e conhecimento deste argentino que levou a seleção de seu país ao ouro olímpico, sendo idolatrado até hoje por lá. Mas bem, ele chegou ao Brasil com toda uma expectativa e obsessão em torno de si, como se ele fosse o salvador da pátria, e acabou por ser. Com uma equipe tumultuada por polêmicas antes da competição, armou a equipe sem que o torcedor sequer lembrasse de Leandrinho e Nenê e, dessa forma, foi até o desfecho brilhante. Em meio a tudo isso, esse argentino só pode ser uma coisa: gênio.

Nenê? Pra que?: Nenê nunca foi o jogador mais comprometido, longe disso, chegando até ser incluído entre os menos. Pediu dispensa do Pré-Olímpico e não estava ligando muito para o time, os pivôs que representariam o Brasil seria o já famoso Thiago Splitter e o, até então desconhecido, Rafael Hettsheimer. Ambos representaram muito bem a seleção e aquele brasileiro de sobrenome esquisito veio a ser um dos grandes nomes na grande campanha. Vale ressaltar que Varejão está machucado e deve almejar uma vaga para pivô também, então, para que Nenê servirá?

Temos potencial: Estamos longe de chegar a um nível de um Estados Unidos, mas o Pré-Olímpico mostrou que a seleção tem potencial para enfrentar outras equipes grandes. A vitória contra a Argentina, em plena casa do rival, foi a prova disso tudo, ainda mais com a situação de que não foi o rival que jogou mal, mas sim o Brasil que jogou bem. Nas Olimpíadas, temos tudo para fazer uma boa campanha, basta acreditar.

O coletivo é mais importante: Parece algo meio besta, mas em meio a seleções que creditam toda sua força em um único atleta, a seleção brasileira mostrou totalmente o contrário. Estrelas não tinham, então, o time se juntou e na base do conjunto passou por cima de Argentina e Porto Rico, tradicionais pedras no sapato.

Podemos fazer uma boa campanha em Londres: Deixei essa por última por ser a mais importante. Temos bons jogadores, um excelente técnico, resumindo a obra, temos um bom time, time por completo não algumas peças. Como já ressaltei no tópico "Temos potencial", temos a capacidade de chegar bem em Londres, como acreditei na vaga, que era tida como uma utopia, acredito também na campanha nas Olimpíadas, onde haverá a oportunidade de ressaltar ainda mais a volta do basquete brasileiro.

O Brasil voltou

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Depois de 15 anos, o Brasil voltou. Depois de tanto tempo amarelando na hora H, voltamos. Uma vitória emocionante, sem as estrelas da NBA, e vamos à Londres com a moral e a vontade no patamar mais alto do planeta.

Sob a excelente batuta do argentino Ruben Magnano, o Brasil chegava ao Pré-Olímpico sem Nenê e Leandrinho, a sensação de que seria mais uma tentativa frustrada de chegar as Olímpiadas assolava a equipe, porém, o amante do basquete, o fã da seleção brasileira, o tão fiel torcedor estava lá e do início com atuações irregulares ao fim com grandes atuações, não parou de acreditar em um time tão duvidoso.

Para muitos, o basquete brasileiro girava em torno da boa vontade e boas atuações de Nenê e Leandrinho, mas não. O Pré-Olímpico serviu para mostrar que temos uma base, temos um bom time com nomes que poucos acreditavam, mostrando que muitos vezes o conjunto é maior e melhor que o individual, dessa maneira e com esse grande trunfo chegamos lá.

Agora, muitos começarão a acompanhar basquete por modinha, muitos que difamaram essa seleção irão idolatrá-la, enquanto eu e milhares de outros tão fiéis torcedores vamos seguir se emocionando, acreditando em tudo o que esse time pode chegar, sempre torcendo e se emocionando, ainda mais agora, porque o Brasil está de volta ao cenário do basquete mundial.