Na noite de ontem, a geração de Neymar, Ganso e cia fez história. Após uma campanha de início duvidoso, troca de técnico e pequenos rebuliçois internos, os deuses do futebol acabaram por coroar, de maneira mais do que merecida, a melhor equipe e eternizar a nova geração dos Meninos da Vila.
O jogo de volta da final da Libertadores foi apenas mais um capítulo da sensacional trajetória santista na tradicional competição sul-americana.
O mesmo que disse de Neymar serve para Paulo Henrique Ganso, mesmo sem ter atuado em todos os jogos, o meia decidiu os quais participou, mostrando ser o futuro maestro brasileiro, sintetizando toda sua habilidade e capacidade para ser um dos melhores jogadores do mundo.
Entretanto, o Santos não é só de Neymar e Ganso. Outros jogadores foram extremamente importantes para a conquista da Libertadores.
Léo foi muito bem em todos os jogos, além de pregar toda sua experiência dentro do grupo.
Danilo demonstrou todo seu potencial, mostrando-se muito bem tanto no meio como na ala.
Durval e Edu Dracena conseguiram, pelo menos depois que Muricy passou a comandar o Santos, passar a segurança necessária a uma dupla de zaga de um grande time.
Por fim, destaco Adriano, que passou de apenas mais um volante no elenco para peça-fundamental, nos dois jogos da final foi o melhor santista em campo ao anular de maneira brilhante Martinuccio e toda a frente ofensiva do Peñarol.
Para comandar este timaço, não poderia ser outro. Muricy Ramalho mudou o time, os rebuliços se foram e, enfim, o vitorioso técnico, conquista uma Libertadores, calando seus fervorosos critícos.
Não só Muricy como todo o time e diretoria santista mereciam esse título, ainda bem que os deuses futebolistícos fizeram a escolha certa.